
Se, num dia de vento, virem por aí um papagaio a voar na ponta de um fio, por muito comprido que seja, olhem duas vezes. Provavelmente serei eu, sempre à distância de um puxão do meu Dono.
Este blog é inteiramente dedicado ao meu Dono, a quem entreguei de livre vontade o comando do meu destino. Histoire d'eau, porque é como água que escorro para Ele,transparente e inevitável, descobrindo caminhos secretos. OS TEXTOS E FOTOS DESTE BLOG PODEM SER DE CONTÉUDO SEXUAL EXPLÍCITO OU VIOLENTO E EVENTUALMENTE FERIR SUSCEPTIBILIDADES. SE FOR MENOR OU SE OFENDER COM ESTE TIPO DE MATERIAL, POR FAVOR SAIA AGORA. SENÃO, SEJA BEM-VINDO. ISTO É TÃO BOM QUANTO PARECE.
3 comments:
Ser Dom é aparentemente fácil, meia dúzia de cordas, outros tantos apetrechos, ler muito sobre o tema, procurar muitas imagens e filmes, fazer igual e achar-se que manda. Claro está, tudo envolto nuns palavrões e um ou outro cliché. O ideal é convencer uma “escrava” e tentar aguentá-la o máximo tempo possível.
O problema de tudo isto é despir a “pele”, viver sem arrogância e sem sobranceria, procurando a sua essência através dos seus próprios limites, compreendendo-os e empurrando-os. Separar o supérfluo e compreender que é afinal supérfluo, aquilo que há tão pouco tempo nos parecia essencial.
O Dom para mim, é aquele que leva os seus escravos nessa viagem, amparando o suficiente para que prossigam sozinhos. A partir daí a companhia é meramente uma questão de escolha.
Esse Dom, não procura escravos nem liturgias, esse Dom apenas oferece sem medo a alforria que um verdadeiro escravo pretende evitar.
JB
na palma da Sua mão
o post é muito bonito.
o comentário muito pertinente.
sim, é isso: o problema é realmente - a partir de um determinado ponto - despir qualquer "pele".
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